Por Anete Pitão, coach, jornalista, criadora do Studio Jovem e idealizadora do programa “Geração de Impacto”.
Tem muita gente que ainda insiste na ideia de que as mulheres precisam viver a síndrome da “Mulher Maravilha” e viver sufocadas, às vezes num sofrimento escondido e isolado, do processo de dar conta de tudo e ainda serem lindas e incríveis. São muitas pressões impostas todos os dias: Magreza, cabelo liso, padrões da moda, fotos na academia – por que precisamos mostrar que somos saudáveis e cuidamos do corpo.
Bem, não há nenhuma condenação ou problema em relação a esse tipo de comportamento. Nada disso. Mas precisa ser baseado na espontaneidade e na leveza e não na ditadura de ter de ostentar uma imagem, que aprisionam todos os dias milhares de mulheres no mundo inteiro. Quando estamos mais conscientes para essa pressão, menos ela nos atinge. E conseguimos viver uma vida com mais propósito, alinhada com que de fato queremos e não com o que querem para nós. Ainda mais: Elegemos uma vida com autenticidade sendo quem de fato queremos ser e não quem os outros querem que nós sejamos. Lindas, leves e bem sucedidas. Sensacional!
E qual a regra que identifica a lindeza, leveza e o sucesso?! Apenas (e simplesmente) pelo fato de nos sentirmos assim. Ao invés de sermos apontadas como bem sucedidas ou fracassadas a partir do olhar externo e impositivo dos padrões que todos os dias nos direcionam para o lugar “certo”. Sentimos, desejamos, almejamos de maneira diversa e é essa diferença que nos faz incríveis e maravilhosas. E quando respeitamos umas as outras e nos livramos dos estereótipos, com certeza ficamos mais perto de um mundo onde nos apoiamos com empoderamento e conquistamos com mais força e assertividade espaços no mercado de trabalho ou onde desejarmos. Afinal, não nos resumimos a um rótulo: mãe, esposa, amiga, companheira, profissional, dona de casa ou qualquer outro ponto que venhamos a incluir nessa rede sistêmica e integrada. Somos a mistura de tudo isso, umas com mais força para um lado ou para outros. Sem pior ou melhor. Simplesmente: Nosso jeito único. Um bom indicador dessa caminhada estonteante das mulheres é quando cada vez mais vivemos como desejamos, realizando com integridade, dizendo Não quando de fato queremos dizer Não. Sem ter de escolher “Sims” apenas por conveniência. Estabelecer essa presença não é nada simples, porém totalmente possível, com ousadia, alegria, compartilhamento e atualização. Ah, e se é para ser Mulher Maravilha que sejamos usufruindo de uma vida feliz de verdade. Aprendendo a conviver com as frustrações e tirando das dificuldades grandes lições, que nos levem para o lugar que de fato queremos ocupar.
Workshop: No dia 10 de março acontece o Workshop Mulheres Protagonistas. Um evento exclusivo para diversão, troca de ideias, contatos e muitas informações que vão contribuir para a Alta Performance das mulheres na vida pessoal e profissional. Um investimento simbólico de R$ 50,00 e para garantir sua vida basta mandar e-mail para anetepitaocoach@gmail.com O evento é uma realização da Coach Anete Pitão com a parceria de Andreia Rodrigues, coordenadora da comunidade Kolping de Pedro Arrupe.